quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Surpreender-se em 2012 - ausência de expectativa, desejo e sonhos...

Bom, queridos amigos, faz um tempinho que não compareço por aqui, são tantas mudanças que necessito enfrentar que as vezes fica difícil arranjar tempo para tudo...
Mas 2011 para mim foi um ano bem difícil, por isso em 2012 decidi não criar nenhuma expectativa e muito menos ter sonhos ou desejos... vou deixar a vida de certa forma me surpreender, me levar, pois ainda estou me erguendo dos tombos que levei esse ano, das expectativas, dos sonhos e desejos quebrados/roubados...
Em verdade, como diz Mário Quintana, estou cuidando do meu jardim, de mim, dando valor e depositando confiança somente em mim... Estou arrumando a casa, e olha que ela está ficando bonita (e não falo de exterior, mas de interior).

Portanto, que em 2012 eu seja surpreendida pela ausência de expectativas, pela ausência de sonhos e desejos, pois de coração espero que a vida me surpreenda com coisas que nem minha vã consciência possa imaginar... que 2011 fique para trás apenas como um borrão que não mereça ser lembrado, mas sim esquecido!

E para complementar o que digo, seguem palavras de Mário Quintana e Ana Jácomo...
Boas Festas!!!

"Nos raros e vastos instantes em que consigo experimentar a liberdade da ausência de expectativas, costumo receber melhor o presente. Um bocado de vezes, recebo o presente melhor. Enquanto eu o desembrulho, percebo, em geral um tanto surpresa, que não preciso necessariamente que algo mude para eu ser feliz porque já sou. Apesares, pesares, incluídos.

É claro que os acréscimos são muito bem-vindos."
Ana Jácomo


BORBOLETAS

"Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar
não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"
Mário Quintana

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